segunda-feira, 10 de maio de 2010

Dedalo e Ícaro


Dédalo era um construtor e um escultor muito competente de Atenas que caiu em desgraça por ter assassinado Talo. Acolhido com amizade pelo rei Minos de Creta, Dédalo refugiou-se com o filho Ícaro na Ática. Foi incumbido de construir um labirinto para guardar o terrível Minotauro, filho da Rainha Pasifae, mulher de Minos, e de um touro. Minotauro era portanto um monstro, metade homem e metade touro, que se alimentava de carne humana. O labirinto era tão perfeito que até Dédalo teve dificuldade em sair dele.
O rei Minos, como castigo pelo facto dos Atenienses lhe terem matado o filho Androgeu, tomou a cidade de Atenas e impôs um tributo anual de sete rapazes e sete raparigas para alimentar o Minotauro. Ao fim do terceiro tributo, Teseu, filho do rei de Atenas, ofereceu-se como uma das vítimas, a fim de salvar a sua Pátria do flagelo que os atingia. Ao chegar a Creta, Ariadne, filha do rei Minos, apaixonou-se pelo jovem Teseu e, com a ajuda de Dédalo, deu ao jovem um novelo de fio que guiou o herói para fora do labirinto. Furioso com a traição de Dédalo, o rei Minos mandou-o encerrar, juntamente com o seu filho Ícaro, numa ilha de onde não podiam fugir sem autorização do rei. Dédalo começou então a imaginar uma fuga. Recolheu penas de aves e, unindo-as com cera, construiu asas para si e para o filho. Conseguiram assim voar até uma ilha vizinha, mas Ícaro, entusiasmado com o sucesso da experiência, continuou a voar cada vez mais alto, não dando ouvidos a Dédalo, que de terra o advertia para não voar alto de mais, por causa do sol. Como se aproximou demasiado do sol, este derreteu a cera das asas e Ícaro caiu no mar Egeu, afogando-se para grande desgosto de Dédalo, que mais não pôde fazer do que observar e chorar a morte do filho. A ilha, onde caiu o corpo do jovem Ícaro, recebeu o nome de Icária.

Teseu e o Minotauro


O lendário herói grego Teseu derrotou o Minotauro, monstro que habitava o célebre labirinto mantido pelo rei Minos, na ilha de Creta. Teseu era filho de Egeu, rei de Atenas, e Etra, filha do sábio Piteu, rei de Trezena, na Argólida, onde nasceu. Egeu, antes de retornar a seu reino, escondera sua espada sob uma pesada rocha e recomendara a Teseu que só a procurasse quando fosse
bastante forte para levantá-la. Com 16 anos, Teseu pôde realizar a
façanha e foi ao encontro do pai. Decidido a livrar Atenas do pesado
tributo devido a Creta, de sete moças e sete rapazes que eram devorados
pelo Minotauro todos os anos, o herói seguiu para essa cidade como se
fosse um dos jovens sacrificados. Antes de penetrar no labirinto do Minotauro, recebeu de
Ariadne, filha de Minos, rei de Creta, um novelo de lã para marcar o caminho de
volta. Assim, conseguiu matar o monstro e se salvar com os
companheiros. Por descuido, o barco de Teseu retornou a Atenas com as
velas pretas que indicavam luto. Desesperado, Egeu se jogou no mar. O
herói assumiu então o governo: uniu os povos da Ática, com capital em
Atenas, adotou o uso da moeda, criou o Senado, promulgou leis e
instaurou a base da democracia.
Cumpridas essas tarefas, Teseu retomou à vida de aventuras. Depois de
lutar contra as amazonas, uniu-se à rainha delas, Antíope. Por motivos
políticos, casou-se com Fedra, que depois apaixonou-se por Hipólito,
filho de Teseu com Antíope. Ao lado do amigo Pirítoo, raptou Helena de
Esparta, mais tarde resgatada por seus irmãos Castor e Pólux, e desceu
aos infernos para tentar raptar também Perséfone, esposa de Plutão, mas
este os manteve presos em suas cadeiras durante um banquete. Anos
depois, Teseu foi salvo por Hércules.
Ao voltar a Atenas, Teseu encontrou-a dilacerada por lutas internas,
pois os cidadãos o julgavam morto. Triste, desistiu do poder, mandou os
filhos para a Eubéia e, amaldiçoando a cidade, exilou-se na ilha de
Ciros, onde foi morto por seu primo Licomedes.

Perseu e Medusa

Perseu, filho de Zeus, em sua juventude sai atrás de aventuras para conquistar fama e glória para mostrar que era digno de seu pai.
Em uma dessas aventuras, Perseu chega a um país chamado Sérifo, onde tudo está destruído, devastado.
O jovem aventureiro pergunta ao rei o que aconteceu com sua terra. O rei responde que seu país vive sob uma maldição de um monstro. Esse monstro é Medusa, outrora ela foi uma linda moça, mas os deuses fizeram cair uma maldição sobre ela, e transformaram seus lindos cabelos em serpentes, e qualquer pessoa que olhar para ela, transformava-se em pedra.
Perseu prometeu ajuda aos deuses, e ouvindo seus pedido, Atena e Hermes desceram do monte Olimpo para socorrê-lo.
Atena emprestou seu escudo para usar como espelho contra Medusa, e Hermes emprestou suas sandálias para voar até a caverna da Medusa.
Perseu chega até a caverna e vê vários corpos que foram transformados em pedra. O jovem chama por Medusa, logo ela aparece.
Depois de muita discussão, Perseu usa o escudo de Atena para atacar medusa, e com um golpe certeiro, arranca a cabeça da Medusa, e suas serpentes, uma a uma, foram sendo imobilizadas.
Perseu pega a cabeça de medusa, com muito cuidado para não olhar diretamente para sua face, e põem em uma sacola de couro. Depois levanta vôo e segue sua viagem rumo às praias do grande oceano.
No meio do caminho ele ouve uma voz vindo das rochas, era Andrômeda, cujo pai, era rei daquele país.
Essa linda jovem, por tanto vangloriar-se de sua beleza, os deuses enviam um dragão para destruir o seu litoral.
Os pais dela imploraram para que os deuses a perdoassem, entretanto, os deuses disseram que teria que haver um sacrifício, ou seja, Andrômeda tinha que ser entregue ao dragão e assim o povo estaria salvo.
E lá estava a linda jovem à espera do dragão. Perseu disse que iria ajudá-la, e quando virou-se, se deparou com um imenso dragão saindo do mar. Houve muita luta, Perseu usou o escudo de Atena e as sandálias de Hermes para se defender dos ataques do dragão, que possuía escamas espessas que impediam a entrada da espada. Porém o jovem percebeu que embaixo de seu pescoço havia uma parte em que as escamas eram vulneráveis à espada. Rapidamente Perseu deu um golpe certeiro e matou o dragão.
O jovem salvou a donzela e a levou para seus pais, que ficaram muito felizes e perguntaram como poderia recompensá-lo.
Perseu pediu então, a mão de Andrômeda.
Logo eles casaram-se, e no auge da festa um bando de homens armados invadiram a mesma.
Fineu, líder desse bando, dissera que a donzela fora prometida muito antes de Perseu, e que iria levá-la junto à ele. Perseu então pegou a cabeça da Medusa e ergueu-a diante de Fineu e suas companheiros, que na mesma hora transformaram-se em pedra.
A festa continuou e na manhã seguinte Perseu e Andrômeda mudaram-se para um próprio palácio no alto de uma colina.

Jasão e o Velocino De Ouro

O rei de tessália, Esão, está cansado de ser rei e passa o trono para seu irmao, Pélias, com uma condição: de que, quando o filho dele tivesse idade suficiente para ser rei, ele passaria o trono.
Quando seu filho chega na idade apropriada para tornar rei, Pélias nega a passar o trono, dizendo que o filho nao tinha experiencia para tal. Entao para provar que ele tinha experiencia, teria que ir atras do velocino de ouro e Jasão convoca seus guerreiros, para ajudá-lo nessa missao.
Depois de passarem por varios perigos, chegam a Ilha de Colcos, onde o rei de lá se chamava Aetes. Sendo assim, Jasão foi falar para ele sobre os seus objetivos. Aetes disse a ele que precisaria passar por tarefas, até alcançar o velocino. Sua primeira tarefa era atrelar dois touros que soltavam fogo e possuíam casco de bronze. Na luta contra os touros, ele não lutou, ofereceu cereal e fez uma voz suave para os touros fazendo com que eles ficassem muito mansos e passou pela primeira tarefa. A segunda tarefa era lutar com os guerreiros do dragão e depois lutar contra o temível Dragão. Logo que ele aceita a segunda tarefa, a filha de Aetes, Medéia abraça ele e dá um talisma, alegando que quando ele se sentir fraco que jogue o talismã no meio dos guerreiros mas fez com que ele prometesse que quando terminasse as batalhas, a levaria para sua terra. Após vencer a segunda tarefa, Medéia avisa Jasão para arrumar seu barcos e os guerreiros pois nao ia deixar que ele saísse com o premio e entrega a Jasão um frasco com um liquido que o ajudará na luta. Chegando ao dragao, o rei joga o frasco na cabeça dele e imediatamente ele cai adormecido, logo, Jasão pega o velocino de ouro e sai com o seu barco e guerreiros. Medéia pede para a deusa Hécate que os ajudassem, sendo assim o navio é cercado de nuvens que fazem eles irem mais rapido. Chegando novamente a Tessalia, Jasão encontra seu pai muito doente, entao Medéia pede para ele que mate seu pai, pois tinha preparado uma poção, mas ele nao tem coragem, entao ela resolve matá-lo. Jasãopede a mão de Medéia em casamento e, ela recusa dizendo que ele é um covarde. As filhas de Jasão viram o pai muito doente, e pediram a medeia que preparassem a mesma poçao, só que desta vez elas têm coragem de mata-lo e jogaram no caldeirão. Medeia mandou que ficassem mexendo até quando ela falasse para parar, e logo fez uma oraçao a Hécate, pedindo para tirá-la de la pois havia muita covardia. entao elas devem estar mexendo até hoje.

Orfeu e Euridices

Orfeu era casado com Eurídices. Ela era tão bonita que atraiu um homem chamado Aristeu. Quando ela recusou as suas atenções e Aristeu perseguiu-a. Tentando escapar, ela tropeçou numa serpente, que a mordeu, matando Eurídices. Orfeu ficou transtornado de tristeza e culpa que, levando a sua lira, foi até o Mundo dos Mortos, para tantar traze-la de volta. A canção pungente e emocionada de sua lira, convenceu o barqueiro Caronte a levá-lo vivo pelo rio Estige. O som da lira fez Cérbero, o cão de três cabeças que vigiava os portões, adormecer. E, o som carinhoso aliviou os tormentos dos condenados. Finalmente, Orfeu chega ao trono de Hades. O rei dos mortos fica enfurecido, ao ver que um vivo tinha entrado no seu domínio, mas a agonia na música de Orfeu comoveu-o, fazendo com que ele chorasse com lágrimas de ferro. Sua mulher, Perséfone, implora que Hades atendesse o pedido de Orfeu. Assim, O rei atendeu ao seu desejo: Eurídice poderia voltar com Orfeu ao mundo dos vivos; mas com uma condição: que ele não olhasse para ela até que chegassem à luz do Sol. Orfeu partiu pelo caminho íngreme que levava para fora do escuro reino da morte, tocando músicas de alegria e celebração, enquanto caminhava, para guiar Eurídice de volta ao mundo dos vivos. Orfeu nao resistiu e virou-se rapidamente para ver se ela estava seguindo ele, perto da saida para a vida. Enquanto ele olhava, ela transformava-se novamente em um fantasma. Soltou um doloroso gemido final de amor e pena, nao mais do que um suspiro na brisa que saía do Mundo dos Mortos. Se deu conta que havia perdido o amor de sua vida definitivamente para sempre. Em total desespero, Orfeu tornou-se amargo.Recusava-se a olhar para qualquer outra mulher, nao querendo lembrar da sua única amada. Furiosas por terem sido desprezadas, um grupo de mulheres selvagens chamadas Mênades, caíram sobre ele, frenéticas e, despedaçaram-no. Jpgaram sua cabeça cortada no Rio Herbus e, ela flutuou ainda cantando, "Eurídice!, Eurídice!".

Rei Midas e o Toque de Ouro


Conheci o Rei Midas em um teatro que fui e vou mostrar a vocês o que aprendi sobre esse mito.
O Rei Midas, é um rei orgulhoso e ridículo, que ama o ouro acima de tudo. Em troca de ajuda, um Deus chamado Baco concedeu ao rei a realização do seu mais forte desejo, fazer tudo oque tocar tranformar-se em ouro. Por momentos, o rei desfruta do seu presente. Mas, assim que percebe que, até a comida em que iria comer transforma-se em ouro e nao pode come-la fica arrependido. O cavalo que ele monta, transforma-se em ouro, impedindo-o de montar. E todos aqueles que ele toca, vira ouro, portanto, deixa de ter familia, amigos e animais. Ele tem todo o ouro que sempre desejou em ter, porém, nao está feliz com isso.


Esse mito é completamente parecido com o que muitas pessoas pensam hoje em dia. Muitos homens e mulheres desejam ter todas as riquezas do mundo, e nao percebem que por consequencia, a felicidade pode estar indo embora da sua vida sem que perceba.

Pigmalião e Galatéia


Pigmalião era um soberano cretense, amante da escultura. Dedicava todo o seu tempo livre a esculpir a pedra. Até que um dia descobre que tinha esculpido uma figura feminina tão bela, que se apaixonou e nunca se separou dela. Até rogou e invocou os Deuses do Olimpo para que lhe permitissem casar com aquela de pedra que, de resto, era uma fiel reprodução da deusa Vênus e, por isso mesmo tinha que ser a Deusa que tinha que decidir o que fazer a respeito. Passa o tempo e Pigmalião sente-se cada vez mais atraído pela estátua.
Um dia Pigmalião estava parado olhando para a estátua, quando percebe que ela, havia se movido e descendo do seu pedestal, seguia-se em direção ao criador, com a mesma forma de um ser vivo. Sem sair do seu assombro, Pigmalião viu-se aos braços daquela mulher réplica de sua estátua. Depois dos acontecimentos, Pigmalião e Galatéia se casam e tiveram uma filha chamada Pafo, e esta, tão bela que até o próprio Apolo a pretendeu.